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sábado, 24 de setembro de 2011

Super CRF 230 450CC


Super CRF 230
Da inusitada mistura de um modelo nacional com um importado surgiu uma moto exclusiva
Redação MotoX.com.br
A moto foi modificada pela Polaco Preparações, especializada em tunagem de motos, principalmente de modelos da categoria nacional como TTR 230, XRE 300, XR 250 Tornado, além é claro da própria CRF 230F. Vira e mexe a oficina apresenta alguma motocicleta cheia de mudanças, modelos que funcionam como vitrine da empresa, como é o caso específico deste, afinal praticamente foram utilizadas duas motocicletas para a concepção de uma única, exclusiva.

A 230cc desta coluna de estréia foi a última criação do preparador Valmir Polaco. No geral, como já dissemos, ela pouco lembra o modelo original. Uma das primeiras modificações foi o novo propulsor. O motor é outro, não tem uma única peça do encontrado na moto de série. Foi utilizado um de RMZ 450cc, com sistema de injeção na alimentação, complementado por um conjunto de escapamento em aço inox, que conta ainda com reservatório de expansão e uma ponteira de escapamento modelo 788 Devil da marca Pro Tork, preparada especialmente para esse projeto.
 



As suspensões são, consideravelmente, o principal destaque desta criação e também vieram de sua fonte inspiradora. Segundo o próprio Polaco, esta foi a parte que mais demorou para se chegar a um acerto perfeito. Entretanto, o resultado ficou fantástico!

Na dianteira foram colocadas bengalas da Showa, com 49mm de diâmetro e 310mm de comprimento. A mesma marca também foi utilizada na parte traseira. O amortecedor, com haste de 18mm, curso de 300mm e reservatório de nitrogênio completa o conjunto dourado. Para aceitar as suspensões, os encaixes do quadro da balança tiveram que ser modificados e também receber reforços para suportar o impacto e o excesso de potência.

Como se pode notar, as modificações não foram poucas e nem baratas, mas elas não pararam por aí. Os sistemas de freio e tração não foram esquecidos. O conjunto de flexíveis aeroquip, com terminais anodizados, complementaram os novos conjuntos de freio. A coroa de alumínio Neyfa ganhou a companhia de uma corrente de transmissão DID Gold.
O visual, não menos importante, pouco lembra a versão vendida nas concessionárias. Apenas as abas do tanque, o próprio tanque, o banco, os number plates laterais e o paralama traseiro são iguais aos do kit original, mas com a cor amarela (originalmente predomina a cor vermelha). Diversas peças ganharam um banho de anodização na cor dourada, que combinam exatamente com os aros de roda Excel, 21 na dianteira e 19 na traseira.

O kit de adesivos feito pela RX Graphics reproduz o visual da RMZ de Ryan Dungey. O banco recebeu uma capa antiderrapante, o guidão é da marca Renthal modelo twin all e os manetes são ARC dobráveis com regulagem rápida na embreagem. Protetores em fibra de carbono completam o visual deixando a CRF muito especial.

No entanto, todas essas mudanças e todo este investimento, não adiantariam se o desempenho não correspondesse. O próprio preparador testou a moto na pista e fez seu relato.

"É inevitável fazermos a comparação com uma CRF 230cc original, porém, não é justo. O peso desta motocicleta em relação à potência é muito diferente de uma motocicleta nacional, são 104 quilos e 58cv, o que equivale a 1,8 kg para cada cavalo."

Os benefícios trazidos pela suspensão são inegáveis, segundo o profissional. "Em saltos, por exemplo, não é necessário ter receio de errar a recepção, pois caso isso aconteça, o impacto é totalmente absorvido pelas bengalas e pelo amortecedor. Essa segurança permite ao piloto ousar muito mais, inclusive arriscando algumas brincadeiras no ar. No chão, o desempenho também chama atenção. Entretanto, nessa situação, senti uma pequena dificuldade em trechos esburacados. Mesmo assim, nada que desabonasse o conjunto, que assim como o motor, é infinitamente melhor que as encontradas nos modelos de fábrica. A ciclística teve que ser alterada completamente, mudando o ângulo do caster e corrigindo o trail até chegar em um centro de gravidade exato, que funciona com precisão principalmente em curvas de baixa."

"Não é exagero dizer que o desempenho dessa CRF 230 está mais próximo de uma moto especial do que propriamente de um modelo original. O desempenho de todo o conjunto é muito superior ao das motos encontradas nas concessionárias. Entretanto, para se conseguir tamanha melhora, foi necessário tempo e, principalmente, investimento", analisou Polaco

 

CRF 280
Top Bike Off-Road
A Polaco Motos sempre foi conhecida por quebrar barreiras e preconceitos quando falamos de  modificação em motocicletas.
Um bom exemplo é esta honda CRF280 mais um projeto da Polaco Motos, que sai totalmente do padrão das motos da mesma modalidade, que são produzidas em série apenas 230cc. Não se trata de um modelo comum, e é dessa forma que precisamos enxergar. Por isso a associacao da moto com o piloto Valmir Polaco que criou esse modelo para atender as necessidades de seu cliente amigo JOSE RENATO . Com muitos atributos, a CRF 280 se tornou uma excelente opção para quem procura desempenho, força e estilo.
Se a própria honda CRF 230 em si já é uma moto que caiu no gosto dos brasileiros o que vão dizer com essa versão? Na primeira olhada, destacam-se a suspensão invertida da marca SHOWA dianteira  c/ múltiplas regulagens de click incluindo garrafas expansoras da marca  ENZO. mais precisos e que melhoram o desempenho em trechos sinuosos
O grande destaque é o propulsor de 280cc, o motor vem equipado por comando, cabeçote, carburador, filtro de ar especial, pistão, anel e cilindro gerando uma potencia de 30,5cv a 7600rpm  3 kgmf  6200 rpm.

Para despejar a potencia dessa CRF 280 é utilizado um escape curva e ponteiras dupla com tubos de diâmetro especial marca pro tork mod. 788 devil, uma coroa em alumínio forjado e anodzado na cor vermelha tudo para combinar c/ o projeto.

O conjunto de frenagem composto de  disco de 280mm flutuante mod. Braking , e inovando com freio a disco traseiro , da marca NISSIN com pinça, burrinho, reservatório e disco de 240mm mod. Braking ambos com flexível de freio mod. aero kip revestidos de  malha de alumínio e terminais anodizados.


Sem contar c/ as cores que destacam em vermelho em todas pecas banhadas e anodzada e a própria pintura  preto fosco e brilhante no chassis e motor
e ate mesmo um jogo de adesivo totalmente personalizado c/ nome e numero do próprio piloto   
 
:: Ficha técnica ::
Suspensoes  SHOWA
Dianteira invertida  c/ tubo de 46mm e 300mm curso c/ múltipla regulagem de clicks e garrafas expansoras da marca  ENZO
na traseira foi preparado . pré carga de mola, aumento de curso, fluidos sintéticos , calibração de nitrogênio , correção na válvula , revalvulação na genética de laminas do hidráulico e Instalação de uma nova cápsula de nitrogênio e um sistema de desmontagem e montagem  para manutenção
Preparação :  Já incluído a prep. no cabeçote com instalação de  válvula ad especial, prep. no carburador com venturí maior, preparação na embreagem , prep. na caixa de filtro de ar, usinagem nas carcaças, enquadramento de comandos de válvulas e remapeamento no Cdi com alteração na curva de avanço e no limite de giro.
Freios
Dianteiro c/ disco de 280mm flutuante mod. braking
Conjunto Traseiro completo da marca NISSIN c/ pinça, burrinho, reservatório e disco de 240mm mod.braking, ambos c/ flexível de freio mod. aeroquip revestido c/ malha em alumínio terminais anodizados.
Escapamento
Modelo Duplo (2 Ponteiras): Curva do motor com tubo de 42,5 ou 48 mm e ponteira com tubo de alumínio de 200mm a 300mm e coletores de 38mm a 42mm Modelo:788 Devil
Coroa da transmissão aluminio forjado
Aros,cubos e mola do amortecedor com banhos de anodizaçao especial
jogo de adesivo especial personalizado c/ capa de banco antiderrapante

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PREPARE SUA DT 180 DEIXANDO-A 30% MAIS BRAVA

PREPARE SUA DT 180 DEIXANDO-A 30% MAIS BRAVA
VEJA COMO A YAMAHA DT 180 PODE GANHAR ATE 30% A MAIS DE POTENCIA, ?ENVENENANDO? O MOTOR COM UMA RECEITA FÁCIL E BARATA

Nem parece uma Yamaha DT 180: na trilha, supera os obstáculos com a agilidade de uma 250cc. Na estrada, acelera mais que a moderna Yamaha DT 200. Na verdade, é mesmo uma Yamaha DT 180, mas com o motor ?envenenado? que pode render - fácil - até 30% a mais de potência, elevando a dos originais 16,5 cv para 20,5 cv. O veneno não é tão difícil de fazer e na DT 180 revela-se uma boa solução para ?reanimar? o velho motor, gastando cerca de US$ 200.
A preparação do motor da Yamaha DT 180, assim como nos outros motores de dois tempos, conta com a possibilidade de permitir a abertura e desmontagem do cilindro de forma relativamente fácil, serviço que pode ser feito pelo próprio motociclista. Mas o veneno em si deve ser feito por motociclista experiente em mecânica, já que requer serviço delicado de abertura e equalização dos dutos e janelas do cilindro e pistão, além da câmara de combustão.
Da mesma forma, o veneno só deve ser feito em motores em boas condições de uso - com menos de 10.000 km rodados - ou de preferência novos, já que a maior potência obtida pode acelerar os desgastes do motor. Além disso, o motociclista que pretende preparar o motor da DT 180 deve estar consciente que o veneno pode reduzir a durabilidade do motor e aumentar o consumo de combustível.
A maior parte dos serviços de preparação do motor depende de uma ferramenta especial - o chicote de esmeril ou esmerilhadeira (vide box 1) e - importante - a ?fórmula? do veneno, que deve ser seguido rigorosamente, caso contrário o motor pode até perder potência, ao invés de ganhar. Por isso, o motociclista só deve ?mexer? no motor de sua moto se estiver convenientemente preparado (vide box II).

DESMONTAGEM DO CILINDRO
Para preparar o cilindro e o cabeçote não é necessário remover o motor do quadro.

1) Remova o escapamento, o carburador e retire a velo de ignição.

2) REMOÇÃO DO CA BEÇOTE - Com uma chave em ?L? (ou articulada) de 13 mm, solte gradativamente em cruz as quatro porcas do prisioneiro do cabeçote. Puxe o cabeçote para foro do motor e, se estiver colado, bata com as mãos até soltá-lo.

3) REMOÇÃO DO CI LINDRO - Solte as quatro porcas que prendem o cilindro ao cabeçote, com uma chave de 14 mm e, se necessário, bata com as mãos ou com um martelo de borracha para descolar (com delicadeza) o cilindro do bloco. Puxe o cilindro para fora desencaixando-o do pistão.

4) REMOÇÃO DO PIS TAO - Cubra com um pano a parte do motor que fica aberto para impedir que detritos ou peças caiam no interior do bloco. A seguir:

A) Remoção da trava do pistão - Com uma chave de fenda fina ou alicate de bico fino, retire a pequena trava (em forma de mola) que prende o pino do pistâo à biela.

B) Remoção do pino - Empurre o pino para fora do pistão usando uma chave de fenda ou um pino qualquer, o que libera o pistão.

5) REMOÇÃO DA VÁLVULA DE PALHETA -
Solte os quatro parafusos Philips que prendem o Torque lnduction e puxe-o para fora do cilindro.

O VENENO
6) O CABEÇOTE - Inicie a preparação do motor suavizando os ângulos da câmara de combustão, um serviço fácil e que serve de treino para o uso correto e seguro da esmerilhadeira. Todo o ?degrau? da câmara deve ser eliminado, deixando a área uniforme e sem re levo.

7) CILINDRO - O alarga mento e desbaste do coletor e janela de admissão, de escape e da transferência visa melhorar o fluxo e transferência de combustível e também a saída dos gases. Essa preparação é responsável pela maior parte do ganho de potência da DT 180.

8) ADMISSÃO
A) Coletor de admissão - Elimine o degrau e ressaltos da parede divisória inter no, mas não a elimine completamente. Movimente a esmerilhadeira como um escultor, afinando as paredes do coletor e também a divisória, mas sem deixá-las fina demais ou mesmo nem quebrá-las. A parte mais difícil é justamente enxergar o que está sendo feito.
Cuidado - Não elimine a parede divisória, pois ela serve como guia para o pistão, evi tando que ele se danifique ao passar sobre as janelas de admissão.

dt figura2.jpg

B) Janelas de admissão do cilindro - As duas aberturas devem ser alargadas, cada uma, de 18,5 mm de largura original para 23mm e de 30 mm de altura original para 33 mm.

Atenção - Para alargar as janelas, corte 1 mm na lateral e o restante (até completar 23 mml em direção à divisória. Para aumentar a altura, desbaste somente 1 mm para cima, ficando o restante )até completar 30 mm) poro baixo. Paro facilitar a medição das janelas, cole um adesivo plástico sobre elas (no lado interno da camisa), de forma a copiar o formato da abertura e permitir o uso de uma régua comum.

C) Furo adicional de admissão - Devem ser abertos dois furos de 10 mm no cilindro, para interligar cada transferência ao coletor de admissão. Os furos devem ser feitos de fora do cilindro para dentro e com todo cuidado, paro não perfurar a parede divisória do coletor nem atingir a camisa do cilindro. Atenção - Inicie a furação com uma broca de pequeno diâmetro e a seguir aumente progressivamente o diâmetro até chegar aos 10 mm indicados.

dt figura 3.jpg

9) DUTOS DE TRANS FERÊNCIA

A) Rebaixe e afine em ?ponto de faca? (como uma lâmina) a parede da base da camisa junto às transferências, nos dois lados do cilindro.

B) No duto principal (o lado maior da transferência) o desbaste é mais profundo. Rebaixe a parede da camisa até se nivelar com a base do cilindro, to mando cuidado para não danificar a divisória entre as transferências.

C) No duto secundário (voltado para o lado da admissão), rebaixe obliquamente e afine a parede, mas não a remova.
Atenção - No lado interno da camisa do cilindro, as janelas de transferência não de vem ser alargadas, pois isso poderia enroscar e danificar os anéis do pistão.

10) ESCAPE
A) Regularize a saída do escape no cilindro, eliminando as rugosidades e os degraus com uma lixa n 50 para ferro. Essa preparação evita a turbulência na saída dos gases do cilindro.

B) Alargue o diâmetro da janela do escape (na camisa) em 1,5 mm. Desbaste a janela no formato côncavo, cortando 2,5 mm na parte superior e 3 mm para cada lado. Não mexa na parte inferior da janela.
Atenção - Veja o desenho para desbastar corretamente a janela do escape, para evitar a quebra de anéis do pistão.

11) PISTÃO
A) Saia - Corte a base do pistão no lado das janelas de admissão até chegar a um ?arco? com 6 mm na parte mais funda.

B) Furo - abra um orifício de 10 mm de diâmetro acima das duas janelas do pistão. Este furo acrescenta uma terceira janela de admissão, cuja função também é resfriar a cabeça do pistão.
Atenção - o centro do furo deve estar a 22 mm do topo do pistão.

dt figura 5.jpg

Cuidados finais
A) O acabamento de todos os cortes e desbastes deve ser feito com uma lixa n 50 para metal, presa numa ponta especial na esmerilhadeira. Use uma ferramenta com rotação acima de 20.000 rpm.

B) Não deixe cantos retos nas janelas, que podem desgastar prematuramente o pistão ou quebrar anéis.

SERVIÇOS COMPLE MENTARES
12) FILTRO DE AR - Substitua a tampa original da caixa do filtro de ar da DT 1 80 pela da Yamaha TDR 180, que dispõe de um orifício adicional. Ou abra esse orifício de 30 mm observando a localização do furo original na tampa da TDR 180.

13) ESCAPAMENTO
Descarbonize o escapamento e substitua a ponteira por outra de uso esportivo, mais aberta. Não troque a curva de escape.

SERVIÇO
A) Para limpar internamente o escapamento, aqueça-o com maçarico a gás, o que endurece o carvão permitindo sua remoção pela ponta do escape. O carvão se desprende mais facilmente se bater no escape com um martelo de borracha.

B) Uma outra técnica para limpar o escape em casa pode ser feita com uma furadeira elétrica, na qual é presa a capa protetora dobrada e sem o revestimento de algum cabo de comando danificado. Ao girar no interior do escape, a capa raspa o carvão.

14) IGNIÇÃO - Não é necessário, mas para aumentar a potência do motor, da DT 180, substitua a ignição eletrônica:
A) O uso do CDI da antiga Yamaha RX 180 avança e estabiliza a ignição, favorecendo a velocidade da D 180 na estrada.
B) O emprego do CDI da RDZ 1 25, de seis volts, avança mais e recua menos a ignição, possibilitando o uso mais esportivo da DT na trilha.
Serviço - Substitua somente o CDI, localizado próximo da bateria. Siga a coloração dos quatro frios para a conexão correta e use a mesma cinta de borracha para prender a caixinha do CDI.

15) BOMBA DE ÓLEO - Calce a polia da bomba de óleo com uma arruela de 0,10 mm, para aumentar a vazão de óleo.
dt figura 6.jpg

SERVIÇO
A) Retire a pequena tampa lateral da bomba de óleo 2 1. Com uma chave de 8 mm, solte a porca e retire: a arruela de pressão, a arruela de encosto (de aço) para chegar as várias arruelas de ajuste. Acrescente uma nova arruela de 0,10 mm e reinstale as demais arruelas e a porca.
Obs: A arruela de 0,10 mm pode ser aproveitada das bombas injetadas usadas nos motores diesel de caminhão.

16) ÓLEO DOIS TEM POS - Use óleo 2 T semi-sintético, como o Shell 2TS ou os sintéticos importados, que não provocam acúmulo de carvão.

17) CARBURADOR - Substitua o giclês de baixa para o 35 e ?engrosse? a mistura subindo a agulha em 1 a 2 pontos. Verifique o nível da bóia e mantenha a altura em 20 mm cravados, mas sem pressionar a válvula.
dt figura 7.jpg
18) VELA DE IGNIÇÃO - Mantenha a vela original D8ES ou use a vela D8EG, de eletrodo de platina que possibilita uma melhor queima do combustível.

19) VÁLVULA DE PALHETA - Não é necessá rio, mas melhora sensivelmente a potência do motor se o Torque lnduction receber modificações ou for substituído:

A) Use a válvula de palheta da Yamaha RD 350, que é maior que da DT 180. Para tanto, é necessário abrir ainda mais o coletor de admissão usando a esmerilhadeira com cuidado para não perfurar as paredes do cilindro. Também é necessário abrir nova furação para fixar a válvula.

B) Outra opção é trocar somente as palhetas de metal originais da DT 1 80 pelas da Agrale 30.0, que são de fibra de carbono. Estas são mais flexíveis e não empenam a base.

dt figura 8.jpg

C) Se mantiver as palhetas originais, aumente a distância do limitador das palhetas em 10 mm.

20) RELAÇÕES DE TRANSMISSÃO
A) Para uso da DT 1 80 exclusivamente na trilha, altere a relação original (pinhão de 16 dentes e coroa com 49) usando um pinhão de 13 ou 14 dentes.

B) Para usar a DT 180 na estrada, ?alongue? a relação com um pinhão de 17 dentes.

21) TAXA DE COM. PRESSAO. E possível alterar a taxa de compressão usando uma junta de cabeçote mais fina que a original, como da antiga MX 180 usada no motocross. Mas essa alteração não é aconselhável neste tipo de veneno, pois desgasta prematuramente a biela e o próprio motor.

MONTAGEM DO CILINDRO
22) ANÉIS DO PISTAO - Abra cada anel com cuidado e encaixe-os nas canaletas, cuidando para travá-los no pistão.

23) PISTÃO. Instale o rolete (gaiola) na biela e coloque o pistão com a flecha impressa voltada para a frente da moto, no sentido do escapa mento. Recoloque o pino do pistão e coloque a trava com atenção para que não escape.

dt figura 10.jpg

24) CILINDRO
A) Substitua a junta do bloco do motor por outra e umedeça o cilindro, pistão e anéis com óleo dois tempos, para facilitar o encaixe do cilindro.
B) Mova o pistão (pelo pedal de partida) para que fique na posição mais alta (PMS) e, a seguir, pressione os anéis com os dedos enquanto coloca o cilindro. Aperte bem as porcas de fixação do cilindro no bloco do maior.
C) Recoloque uma nova junta e reinstale o cabeçote, e aperte as porcas dos prisioneiros em cruz usando um torquímetro, com a carga de 2,8 kgf.


O segredo do veneno
Envenenar bem - uma moto depende da experiência e vivência do preparador que geralmente alcança a melhor solução depois de anos de pesquisa e de resultados. Par isso, a forma de fazer um veneno segue uma ?fórmula? já testada e aprovada, geralmente diferente para cada preparador. Sem a fórmula? do veneno e todas as suas medidas é impossível a preparação e, da mesma forma errar na ?receita? mesmo que somente alguns milímetros, pode comprometer todo trabalho.
Para o veneno da Yamaha DT 180, DUAS RODAS obteve o ?fórmula?do professor de mecânica e de preparação de motores da escola Mecking de São Paulo (SP) Renato Gaeta que tambem é colaborador de DUAS RODAS Com um curriculo de mais de 25 anos preparando motores de motos de velocidade e cross. Gaeta garante que sua técnica de preparação deixa o motor da Yamaha DT 1 80 com 30 a mais e potência com resposta - comparável a uma moto de 250

A esmerilhadeira
Todos os serviços de desbaste ? corte, equalização das paredes e remoção de degraus e rebarbas - são feitos com o chicote de esmeril, que se parece e funciona corno uma broca de dentista. Pode ser acoplado a uma furadeira comum, é acessível ao motociclista, embora a velocidade reduzida da rotação da ponta - cerca de 3.200 rpm - dificulte o trabalho.
Se for possível o motociclista deve ?emprestar? da oficina uma esmerilhadeira elétrica ou pneumática (esta exige compressor de ar) cuja rotação fica em tomo de 25.000 rpm. Além disso, o mercado oferece esmerilhadeiras elétricos, nacionais e importadas, de pequenas dimensões, e que atingem elevadas rotações.

dt figura 9.jpg

As várias etapas do veneno necessitam um jogo de pelo menos cinco pontas - uma lima grossa e uma fina, além de uma ponta montada grossa e outra fina. Também é necessário uma ponta própria para lixa de metal que dará o acabamento. E possível usar limas e lixas manuais, mas com elas fico muito difícil o demorado fazer um bom veneno.
O motociclista deve exercitar bastante a manipulação da esmerilhadeira. Ela exige muita delicadeza na aplicação e sensibilidade para dosagem da pressão da broca contra o metal e no acionarmento do gatilho, que controla a rotação da ponta. Todo cuidado é pouco para evitar que um corte excessivo ou fora da medida comprometa o veneno ou a própria peça.

Preparando sua moto Off road.

PREPARANDO A MOTO A moto precisa ser preparada de acordo com alguns requisitos, desde o tipo físico do piloto até a disponibilidade financeira.
Existem duas alternativas, comprar uma moto trail ou especial de enduro ou cross.
MOTO TRAIL
Um bom  começo é iniciar  com uma moto  trail de uso urbano e retirar as partes supérfluas para andar na terra, ou seja, os espelhos retrovisores, os piscas direcionais e contagiros. Depois caso o futuro Endurista queira manter a moto intacta, trocar tanque, laterais, pára-lamas, carenagem, além do banco. Com isso, as peças originais da moto podem ser guardadas para “remonta-la” depois. Os manetes originais podem ser trocados por peças menores ou de plásticos, não é recomendado cortar o manete original, porque aquela bolinha na ponta serve justamente para não machucar o piloto em caso de quedas.
Os manicotos devem ficar frouxos, numa eventual queda eles iram girar sem quebrar.
Ainda na fase de preparação, um item importante à relação secundária coroa/pinhão. Para melhorar o rendimento da moto em subidas, esta relação deve ser “encurtada” utilizando uma coroa maior ou um pinhão menor (quantidade de dentes) ou as duas coisas. Para encontrar a relação certa, só experimentando ou através de discas dos traieiros.
Outro ponto importante é o respiro do motor que deve ser colocado numa posição mais alta para que a água, principalmente dos rios, não atinja com facilidade o óleo do motor.
Os pneus biscoitos (cross) são indispensáveis para um rendimento adequado na terra e na lama. Sem eles é preciso muito sacrifício e força física para vencer pequenos obstáculos. Com os pneus adequados do tipo cross fica muito mais fácil.
A calibragem correta dos pneus, vai depender do peso do piloto e do tipo do terreno. Com lama e barro deverá ficar mais vazio, no chão duro e com bastante pedras deve ficar mais cheio. Sugerimos inicialmente que utilize 15 libras no pneu dianteiro e 13 libras no traseiro.


Ainda é interessante promover um “emagrecimento” da moto, substituindo os aros originais por componentes de alumínio, retirada da bateria e peças dispensáveis, como suporte e pedaleira da garupa e eventuais protetores “mata-cachorro”. A bomba de lubrificação, no caso dos motores 2 tempos, pode ser retirada, fazendo a mistura diretamente no tanque de gasolina. E o escapamento pode ser trocado por um de descarga mais livre, desde que não produza muito ruído para não agredir a natureza e terceiros. Finalizando, pode-se incrementar a moto instalando alguns acessórios que ajudam na hora do sufoco, por exemplo, um pequeno pedaço de corda amarrado nas bengalas dianteiras para ajudar a desatolar a moto e outro pedaço amarrado na traseira (caso não tenha bagageiro). Os pedais de freio e cambio podem ser substituídos por pedais dobráveis (caso o componente original da moto não o tenha). Um guidão de alumínio reduz o peso e mais resistente a tombos.
MOTO ESPECIAL
Estas motos já são preparada para fazer trilha, não precisa retirar e nem colocar nenhum componente. Somente é necessário a regulagem da suspensão em função do tamanho e peso do piloto e a carburação deverá ser adaptada ao uso do combustível brasileiro.

XR 400
Alguns modelos de moto especiais (tipo Cross) vêm sem o odômetro, cabo e o mais importante o desmultiplicador na roda dianteira. Neste caso é necessário fazer a colocação para o piloto navegar no enduro utilizando odômetro mecânico ou máquina de navegação que utiliza este tipo de conexão.
Equipando a moto com instrumento de navegação
As motos trail e especial devem instalar a prancheta ou Road Book no guidão para fixar a planilha. O Road Book é o mais indicado, por que facilita para o piloto, ficando a planilha continua (lingüição), sem precisar ficar destacando as folhas (às vezes você destaca duas folhas juntas durante uma prova e ai...), e também evita umidade na planilha por causa da chuva, cerração, rios, lama e a própria umidade das trilhas.
Relógio e cronômetro digital (hora, minuto e segundo) são imprescindíveis numa prova de enduro.
E o item mais sofisticado de navegação são as máquinas, que podem ser calculadores adaptadas ou equipamentos específico para este tipo de navegação.
A escolha do tipo da maquina de navegação depende do gosto e do bolso de cada piloto. Conversar com os pilotos mais antigos é uma boa dica.
A moto precisa ser preparada de acordo com alguns requisitos, desde o tipo físico do piloto até a disponibilidade financeira.
Existem duas alternativas, comprar uma moto trail ou especial de enduro ou cross.
MOTO TRAIL
Um bom  começo é iniciar  com uma moto  trail de uso urbano e retirar as partes supérfluas para andar na terra, ou seja, os espelhos retrovisores, os piscas direcionais e contagiros. Depois caso o futuro Endurista queira manter a moto intacta, trocar tanque, laterais, pára-lamas, carenagem, além do banco. Com isso, as peças originais da moto podem ser guardadas para “remonta-la” depois. Os manetes originais podem ser trocados por peças menores ou de plásticos, não é recomendado cortar o manete original, porque aquela bolinha na ponta serve justamente para não machucar o piloto em caso de quedas.
Os manicotos devem ficar frouxos, numa eventual queda eles iram girar sem quebrar.
Ainda na fase de preparação, um item importante à relação secundária coroa/pinhão. Para melhorar o rendimento da moto em subidas, esta relação deve ser “encurtada” utilizando uma coroa maior ou um pinhão menor (quantidade de dentes) ou as duas coisas. Para encontrar a relação certa, só experimentando ou através de discas dos traieiros.
Outro ponto importante é o respiro do motor que deve ser colocado numa posição mais alta para que a água, principalmente dos rios, não atinja com facilidade o óleo do motor.
Os pneus biscoitos (cross) são indispensáveis para um rendimento adequado na terra e na lama. Sem eles é preciso muito sacrifício e força física para vencer pequenos obstáculos. Com os pneus adequados do tipo cross fica muito mais fácil.
A calibragem correta dos pneus, vai depender do peso do piloto e do tipo do terreno. Com lama e barro deverá ficar mais vazio, no chão duro e com bastante pedras deve ficar mais cheio. Sugerimos inicialmente que utilize 15 libras no pneu dianteiro e 13 libras no traseiro.


Ainda é interessante promover um “emagrecimento” da moto, substituindo os aros originais por componentes de alumínio, retirada da bateria e peças dispensáveis, como suporte e pedaleira da garupa e eventuais protetores “mata-cachorro”. A bomba de lubrificação, no caso dos motores 2 tempos, pode ser retirada, fazendo a mistura diretamente no tanque de gasolina. E o escapamento pode ser trocado por um de descarga mais livre, desde que não produza muito ruído para não agredir a natureza e terceiros. Finalizando, pode-se incrementar a moto instalando alguns acessórios que ajudam na hora do sufoco, por exemplo, um pequeno pedaço de corda amarrado nas bengalas dianteiras para ajudar a desatolar a moto e outro pedaço amarrado na traseira (caso não tenha bagageiro). Os pedais de freio e cambio podem ser substituídos por pedais dobráveis (caso o componente original da moto não o tenha). Um guidão de alumínio reduz o peso e mais resistente a tombos.
MOTO ESPECIAL
Estas motos já são preparada para fazer trilha, não precisa retirar e nem colocar nenhum componente. Somente é necessário a regulagem da suspensão em função do tamanho e peso do piloto e a carburação deverá ser adaptada ao uso do combustível brasileiro.

XR 400
Alguns modelos de moto especiais (tipo Cross) vêm sem o odômetro, cabo e o mais importante o desmultiplicador na roda dianteira. Neste caso é necessário fazer a colocação para o piloto navegar no enduro utilizando odômetro mecânico ou máquina de navegação que utiliza este tipo de conexão.
Equipando a moto com instrumento de navegação
As motos trail e especial devem instalar a prancheta ou Road Book no guidão para fixar a planilha. O Road Book é o mais indicado, por que facilita para o piloto, ficando a planilha continua (lingüição), sem precisar ficar destacando as folhas (às vezes você destaca duas folhas juntas durante uma prova e ai...), e também evita umidade na planilha por causa da chuva, cerração, rios, lama e a própria umidade das trilhas.
Relógio e cronômetro digital (hora, minuto e segundo) são imprescindíveis numa prova de enduro.
E o item mais sofisticado de navegação são as máquinas, que podem ser calculadores adaptadas ou equipamentos específico para este tipo de navegação.
A escolha do tipo da maquina de navegação depende do gosto e do bolso de cada piloto. Conversar com os pilotos mais antigos é uma boa dica.

sábado, 30 de abril de 2011

Veja o que acontece ao alterar a coroa e o pinhão

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Preparação leve dt 180

Preparação Leve Dt180


Por mais que passem os anos ela ainda impera absoluta quando se fala de trilhas.
Praticamente todo trilheiro que se preze começou com uma Dt180.Também pudera:
Ótima moto,barata,leve,motor potente e mecânica simplificada.

Tantos atrativos fazem dela a porta de entrada da galera para o cenário Off-Road iniciante.
Mas antes de começar a rodar com ela alguns pequenos aprimoramentos devem ser feitos a fim de extrair mais potência e encarar qualquer obstáculo.

A seguir estão listados os meios mais simples de se extrair mais potência dessa querida 2T
sem realizar preparações no motor que possivelmente iram prejudicar sua vida útil.

1-Depene a Dt180



Retire tudo que não for usar: Setas,painel,retrovisor,placa(se possuir)pedaleiras do garupa,buzina,etc..
Tudo pode ser retirado e aliviar muitos quilos na Dt180,que já é uma moto leve.


2-Troque a relação



Começando pela relação que deverá ser "encurtada" para aumentar assim a aceleração da dt180.
A relação original é uma Coroa de 49 dentes com um Pinhão de 16 dentes ligados á uma corrente de passe 428.

Geralmente para reforçar" o conjunto, usa-se uma corrente mais grossa de passe 520 que garante mais durabilidade.



Em seguida escolhe-se a relação.
Uma relação muito usada é a coroa de 48 dentes+Pinhão de 13 dentes porém existem outras:
Coroa44+Pinhão13 , Coroa47+Pinhão14 , Coroa54+Pinhão16 entre outras combinações...
Muitas pessoas misturam diversos tamanhos de coroa e pinhão.Descubra a força de cada uma fazendo a seguinte conta:

(Dica do C2)Divida o tamanho da coroa pelo tamanho do pinhão.
Por exemplo a relação original: 49/16= (3,0625)

Quer dizer que para cada volta da coroa o pinhão dá esse numero de voltas.
Tente fazer as contas com outras relações e ver o esforço do pinhão nas diferentes relações.(Quanto maior o resultado mais aceleração e menos velocidade final)

3-Troque os pneus



Simplesmente troque os dois pneus originais por dois do tipo "biscoito".
Eles garantem uma aderência superior no solo irregular e fazem você sentir a diferença de um pneu convencional.


4-Otimize Escapamento + ponteira

Protork:Exemplo de ponteira em alumínio

A mudança da ponteira melhora a performance mas não tanto como o escapamento.Apesar disso substitua o original por um de alumínio assim ela vai realizar a exaustão dos gazes com melhor eficiência.

Agora o escapamento.Esse é o ponto determinante na preparação da Dt180 e em praticamente toda moto 2 tempos.

Alterando-se o escapamento original para um do tipo dimensionado (curva de saída maior) ganha-se muita potência em alta rotação.

Em uma preparação pesada ,a modificação do escape representa taxas de até +50% na potência!
Lembre-se de manter a lã de vidro da ponteira em boas condições.Quando começar a barulhar é a hora certa de substituir por uma nova.



5-Otimize o carburador/Filtro de ar.

Já que vai liberar mais potência na moto pelo uso de um escapamento dimensionado não esqueça de aumentar o gicleur de alta,em pelo menos 30% para ter uma "alimentação" mais rica.
Para o filtro,caso ele seja de papel,substitua por um de espuma que é melhor e pode ser lavado.
Faça furos na caixa do filtro de ar para aumentar a vazão de ar.

Prefira fazer furos em lugares que não peguem muita poeira e afastado de agua caso a moto passe por um riacho por exemplo.

Furos na caixa do filtro de ar


6-Suspensões




Dianteira:Substituir o óleo original por um óleo mais grosso(20W40) mais rígido.
Geralmente usa-se o mesmo do motor.

Traseira: Sem muitas soluções.Mantenha a regulagem no máximo com a mola bem comprimida para endurecer bem a suspensão.
Evite usar alongadores pois eles não melhoram o processo de amortecimento.
Podem ocasionar mais quebras na suspensão.


7-Troque o CDI:



O CDI Serve para limitar o giro do motor.O original tende a não deixar o giro se elevar muito,mas ao substituir por um apropriado para competição você sentirá uma boa melhora em altas rotações.
O CDI de competição não diminui o avanço em rotações mais altas como ocorre com o original.
A potência é claramente perceptível.

Essas são as dicas básicas para a preparação da Dt180.




Yz Máquina.

Yz  Máquina.

trilhão de Desterro de Entre Rios 2009

trilhão de Desterro de Entre Rios 2009

trilhão de Desterro de Entre Rios 2009

trilhão de Desterro de Entre Rios 2009

trilhão de Desterro de Entre Rios 2009

trilhão de Desterro de Entre Rios 2009

no trilhao de desterro

no trilhao de desterro

De Congonhas à Sto Antônio do Leite

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uma verdadeira off road kkkk!!!!

uma verdadeira off road kkkk!!!!